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domingo, 18 de setembro de 2011

E.T. - um presente mágico do Spielberg


No post anterior eu escrevi sobre o quanto a indústria, de uma forma geral, está bebendo na fonte dos anos 80. Neste post eu também vou beber nesta fonte. Aqueles que me conhecem um pouco, já sabem o quanto eu sou apaixonado por filmes. As que me conhecem melhor, sabem que eu também curto muito o tema: vida extra-terrestre. Se vocês unirem cinema, ETs e somarem a esta união os anos 80, qual será o resultado? O resultado para essa combinação é um dos melhores filme que eu já vi em toda minha vida: E.T. O Extra-terrestre (1982).
Esse filme me marcou de diversas maneiras. Foi a partir deste filme que eu aprendi a gostar de cinema. Foi a partir de E.T que eu aprendi que você também pode chorar de alegria - eu chorei todas as vinte e tantas vezes que vi este filme - ora eu chorei com o E.T. doente; ora com seu coração iluminado voltando a bater; e todas vezes chorei na despedida dele com o menino que o salvou - aquela música de John Williams no abraço final entre Elliott e o E.T. é sempre arrebatadora para mim. Apesar de não ser o 1º filme de extra-terrestre do Spielberg - ele já tinha feito, em 1977, o filme Contatos Imediatos de 3º Grau - este E.T. definiu, para mim, um estilo de cinema que gosto até hoje.
E.T. não é daqueles filmes que envelhecem e perde o brilho - ele pode emocionar, hoje, da mesma maneira que emocionava lá em 1982. Sua história sobre amizade, companheirismo e respeito às diferenças são universais e atemporais.
E.T. foi filmado com um orçamento baixo (cerca de 14 milhões de dólares) e teve um faturamento de mais de 700 milhões. O filme foi por mais de 10 anos a maior bilheteria do cinema e só perdeu a posição para Jurassic Park, que também é do Spielberg. Hoje, quase 30 anos depois, o filme ainda está entre as 40 maiores bilheterias da história do cinema e está na lista dos 10 melhores filmes de todos os tempos. Em 2002 o filme foi relançado nos cinemas e em dvd com algumas cenas inéditas e totalmente remasterizado digitalmente. Esta versão de 2002, apesar do melhor tratamento técnico, não agradou totalmente aos fãs. Uma alteração digital em uma das cenas foi o principal motivo das reclamações dos fãs - todos acharam um absurdo tirar as armas da mãos dos policiais e colocarem, no lugar delas, comunicadores. A cena alterada tira, de certa maneira, todo o impacto da fuga dos meninos nas bicicletas - uma aberração sem sentido. Semana passado, o próprio Spielberg admitiu o erro e prometeu nunca mais mexer em qualquer outro filme. Se você quiser ver o filme e puder escolher entre a versão original e a versão de 2002 prefira a primeira. Sendo a versão original ou a mais atual - o important é não perder a chance de ver o E.T. mais simpático do cinema mundial.

Trailer do filme (original de 1982)

Nesta cena eu não seguro as lágrimas

Todos os fãs de E.T. sabem que este filme jamais terá uma continuação pelas mãos do seu criador. Spielberg e todos nós sabemos que certos filmes são únicos e E.T. é um desses filmes. Mas como seria se um maluco tivesse a chance de levar às telas a continuação de E.T? Este vídeo abaixo mostra que a capacidade criativa de certas pessoas é enorme. O cara imaginou a continuação e criou um trailer para sua ideia. A loucura não para aí. O cara usa, nas montagens das cenas do trailer, os mesmo atores do filme original, só que atuando em outros filmes (atuais). O trailer, que transforma a continuação em um filme mais "assustador", ficou muito legal - As cenas dos atores em outros filmes se encaixam perfeitamente para compor o enredo pretendido... nota 10 para essas cabeças criativas.

Trailer da continuação que nunca vai existir

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Árvore da Vida - uma nova odisseia


Nunca fiquei tão ansioso em procurar entender um filme, como fiquei depois que assistir A Árvore da Vida. Nos últimos dois dias, esse filme invadiu constantemente meus pensamentos - era eu procurando respostas para o que eu vi na tela. Na verdade, essa inquietação em tentar achar uma lógica para o filme me fez entende-lo da minha maneira - mesmo que eu não tenha encontrado todas as respostas, ou que as respostas que eu consegui sejam  apenas as minhas, e não as suas ou de qualquer outra pessoa que já passou pela experiência de ver este filme. O filme trata da vida... da existência... do mistério da criação... do divino e do espiritual, e nada disso pode ser explicado - são muitas perguntas e poucas respostas. Essa é a "graça" do filme, essa é a "natureza" desta obra cinematográfica.
A Árvore da Vida estreou nos cinemas na sexta-feira passada. O novo filme, o sexto da carreira, do recluso Terrence Malick é uma obra cinematográfica, mas poderia ser uma tela de pintura - no fim é mesmo uma obra de arte para ser contemplada - a leitura do filme é individual, não há uma leitura única e fechada deste filme. A trama, desconectada de qualquer estrutura linear, leva o espectador a vivenciar a experiência de uma jornada - a jornada de uma família comum que vive nos anos 50 nos EUA, mas que poderia ser a do próprio espectador em qualquer época, e uma outra ainda mais complexa, a da criação de todo o universo e todo o caminho da existência humana.
O filme começa mostrando a dor de um casal que perde um de seus 3 filhos. O filme, a partir daí, começa a costurar cenas da vida desta família nos anos 50, anterior a morte deste filho, passando por sequências do surgimento da vida na terra e pulos para o futuro, que nos levam para conhecer a vida do filho mais velho, Jack (Sean Penn), que já é adulto e afastado dos pais. Desde o começo, o filme já mostra que, através das palavras da mãe, os filhos têm que escolher um dos dois caminhos possíveis para seguir na vida: o caminho da natureza - o evolucionista, o racional, aquele desligado das crenças, ou o caminho da graça, onde o amor é o mais importante - o que poderia ser entendido como a fé. Neste contexto, começamos a rever, pelas lembranças de Jack (adulto), as passagens que acabaram por criar a personalidade daquele homem frio e distante da família. Assistimos ao seu estado de abandono, sua solidão e vemos sua tristeza pela morte recente do irmão... nesse momento o questionamento do sentido da vida é muito forte e percebemos sua total fragilidade. Vemos através das memórias, em cenas belíssimas, o amor celestial de sua mãe, as brincadeiras com os irmãos e o desconforto pela rigidez com que o pai tratava a todos. nesses fragmentos, é fácil perceber que o diretor tenta fazer com que cada espectador reviva também alguma memória sua. Em uma visão mais intima minha, eu vejo a história se desenvolver em um triângulo. O pai, o Filho e a Graça/Amor ou, para fechar a visão não evolucionista, O Espírito Santo. A mãe é então o Espírito Santo, é o amor puro, ela parece um anjo de tão iluminada e de tanto amor que tem pelos filhos, ela está em perfeita sintonia com a natureza e só pensa na família. Já o pai, que no filme é um inventor, é aquele que cria, é também o que dá as regras a serem seguidas na casa, de tão duro, ele sequer deixa os filhos chama-lo de papai - ele exige ser chamado de Pai - ficando claro para mim que ele e a representação de Deus e sua casa é a nossa casa - o nosso mundo. Já o Jack seria a representação de todos nós - ele é o questionador, ele duvida do amor do pai e é capaz de sentir inveja até mesmo do irmão. ele é o Filho. Por essa minha análise, eu vejo o caminho da Graça como sendo o caminho do amor, mesmo que Deus seja questionado ou que sintamos ele ausente - Já, o caminho da natureza, eu vejo como aquele em que, mesmo conhecendo o amor, não conseguimos enxergar Deus - neste caso, o amor seria algo natural do ser humano, não havendo assim, nenhuma ação divina - o Divino neste caso, seria a própria natureza - ela seria nosso próprio Deus.
Eu não aconselho este filme para quem espera diversão - ele muito complexo e, dependendo da maneira que for encarado, pode ser visto como entediante ou cansativo - mesmo que o filme esteja longe disso. A trilha sonora dá ao filme toda a emoção de contemplação e inquietação que a trama precisa. A fotografia de Emmanuel Lubezki é fantástica. Os efeitos, supervisionados por Douglas Trumbull, o mesmo de 2001 - Uma Odisseia no Espaço, dão ao filme toda a força necessária para a narrativa. Se você conseguir se desconectar do mundo, e o melhor momento para isso é na sequência da criação do universo, que dura uns 20 minutos, este A Árvore da Vida vai mexer com você - a natureza humana e a vida serão questionadas - foi assim que aconteceu comigo. Já tenho um filme para torcer no Oscar. Um grande filme.

O Pai
O Filho
O Espírito Santo - a Graça
O Trailer do Filme

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Hollywood de volta aos anos 80

As mentes criativas de Hollywood não estão mais entre nós. Descobri que essas mentes entraram em uma espécie de máquina do tempo e desembarcaram nos anos 80 - nos abandonaram. Eles perderam a capacidade de criar coisas novas e, em total desespero, decidiram se reunir naquela em outro tempo para tentar salvar suas carreiras. Agora, de volta do passado, eles nos trazem muitas novidades - um festival de refilmagens - quase todas desnecessárias.
Uma enorme onda de remakes de filmes está inundando as salas de cinema. A onda não parece ter fim - as produções não param de chegar - estão transformando esta década em uma nova década: a de 80 -  se isso fosse um filme seia algo como: Anos Oitenta 2 - A Missão. Já tivemos o desprazer de ver passar pelos cinemas um Freddy Kruegger (A Hora do Pesadelo) e um Jason (Sexta Feira 13); já vimos também o Fúria de Titãs, o"incrível" Karate Kid e o cansativo Tron. Agora as salas serão invadidas pelos: Robocop, Poltergeist, A Hora do Espanto, Conan - O Bárbaro, Highlander, Footloose, Short Circuit - Um Robô em Curto Circuito, Dirty Dancing, Cemitério Maldito, Morte do Demônio e alguns outros aguardando definição.
O engraçado é ver que 90% desses filmes sequer são referência para alguma coisa. Será que Footloose é um clássico dos musicais? Será que Cemitério Maldito é um clássico do terror? Será que por falta de mentes criativas, Hollywood ainda irá até o fundo do poço? Será que eles descobrirão que vale a pena refilmar toda a filmografia da Xuxa? Que os deuses da sétima arte nos salvem desse mal!

Cartaz do original e do remake
Cartaz do original e do remake
Cartaz do original e do remake

sábado, 30 de julho de 2011

O Rio de Janeiro ganha sua 1ª sala IMAX


A cidade do Rio de Janeiro acaba de ganhar sua 1ª sala de cinema IMAX. Esta é a 3ª sala deste tipo no Brasil - as outras duas estão em São Paulo (Shopping Bourbon) e em Curitiba (Shopping Palladium). Assistir um filme em uma sala IMAX faz você mergulhar no filme - parece que você se torna um personagem do filme - um observador oculto da cena - você divide cena com um herói ou com aquele vilão que faz você encolher na poltrona. Eu só assisti um filme em IMAX - vi Avatar em São Paulo e foi a melhor experiência que tive em uma sala de cinema, até tirei matos (virtuais) da minha frente.
Esta sala IMAX do Rio, localizada no UCI/New York City Center, tem uma tela que mede 21 metros de largura por 14 metros de altura - para se ter uma ideia, as salas normais tem, em média, 12 metros de largura por 5 metros de altura. Aqui em Brasília ainda não existe uma sala IMAX e pelo que sei, não há nenhuma previsão de ser construída uma aqui, ou seja, para eu assistir um filme em uma sala dessas, só viajando mesmo.
Os cariocas já estão assistindo a última aventura de Harry Potter 3D e terão, como próximos lançamentos na sala, os filmes: Super 8 (de J.J. Abrams), Cowboys e Alienígenas, Happy Feet 2 e Missão Impossível: Protocolo Fantasma.

Propaganda da 1ª Sala Imax do Rio de Janeiro

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Os maiores heróis

Depois que criei a lista dos meus piores (ou melhores) vilões do cinema (veja aqui a lista), eu comecei a vasculhar nas minhas memórias, quais seriam os melhores heróis que eu vi na telona. A tarefa foi bem mais complicada. Para começar, eu não consegui formar uma lista de 15, que foi o número que consegui de vilões. O jeito foi trabalhar com 5 a menos, ou seja, vou listar apenas 10. Outro problema foi eliminar todos os super-heróis já existentes no imaginário das pessoas e aqueles heróis que foram baseados em pessoas que existiram realmente - o que para mim tira o encanto da criação. Fiz a classificação considerando as notas em: heroísmo, história, carisma do personagem e pelo quanto gostei do filme. Vamos a lista:

01 - Indiana Jones (Indiana Jones) - O maior heróis do cinema - tem cenas clássicas, é carismático e seus filmes são ótimos.
02 - Frodo (Senhor dos Anéis) - fez a maior jornada de um herói no cinema.
03 - Luke Skywalker (Guerra nas Estrelas) - resistiu ao lado negro da força.
04 - James Bond (007) - a cada filme, uma cena mais espetacular - muito carismático.
05 - Ellen Ripley (Aliens) - a melhor heroína do cinema - destemida e determinada.
06 - Neo (Matrix) - ele pode fazer de tudo - é o escolhido.
07 - Maximus (Gladiador) - de soldado à escravo - lutou até morrer.
08 - T800 (Exterminador do Futuro 2) - do futuro para nos ajudar.
09 - Rocky (Rocky) - as dificuldades de uma conquista - a superação.
10 - John McClane (Duro de Matar) - sempre está no lugar errado e na hora errada.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Darth Vader x Superman - A batalha dos regentes da OSB

A batalha nunca imaginada já aconteceu e quem ganhou foi o público, que assistiu a Orquestra Sinfônica Brasileira homenageando a obra de John Williams, o maior compositor para cinema do mundo. O vídeo é de 2009 mas vale o registro. John Williams é o compositor preferido de Steven Spielberg e criou trilhas que são lembradas até hoje. Star Wars, Superman, E.T., Tubarão e Indiana Jones são alguns dos filmes que tem trilha sonora com sua assinatura. Veja aqui um vídeo da apresentação de Darth Vader e Superman.


O detalhe mais engraçado é ver com que arma o Superman ataca o Darth Vader

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Que venham os bons filmes

Qual foi o último filme que você viu no cinema e achou maravilhoso? O último que vi e adorei foi o Cisne Negro, que ganhou 4 estatuetas do Oscar. Depois deste, ainda assisti e gostei muito do O Discurso do Rei, porém não me surpreendeu tanto quanto o anterior.
Depois destes, não fui mais ao cinema... nenhum filme me atraiu para uma sala escura... preferi pegar alguns em DVD mesmo, achei que assim me sentiria menos frustrado e assim foi.
Hoje eu tenho algumas expectativas... dentre os futuros lançamentos nos cinemas, alguns já me chamam a atenção. Sou fã do Spielberg há muito tempo, o primeiro filme que vi em uma sala de cinema, foi um filme dele – Contatos Imediatos de Terceiro Grau e o primeiro filme que chorei dentro de uma sala... também foi dele – E.T. desde então nunca mais deixei de ver um filme dele... uns maravilhosos e outros nem tanto... mas sempre com a cara dele. Falei dele, pois dois filmes que quero ver têm o dedo dele - Em Tin Tin, onde ele é diretor e Super 8, onde ele é o produtor e J.J. Abrams (Lost) o diretor.

Tin Tin – o Filme traz para a tela grande o personagem que dá o título ao filme, Tin Tin, em uma animação 3D. Produzido por Peter Jackson (O Senhor dos Anéis) e todo realizado pelo processo motion capture, esta animação está sendo muito aguardada por todos os fãs do personagem criado por Hergé. A adaptação foi criada a partir de algumas histórias já publicadas pelo autor e pelo trailer, mostrado recentemente, parece que tem tudo para agradar.



Super 8 – Produzido pelo Spielberg, o filme tem a cara daqueles filmes de aventura juvenil, produzidos pelo próprio Spielberg lá nos anos 80 – Goonies, por exemplo. O longa conta a história de um grupo de jovens que filmam, sem querer, um acidente de trem. Logo após o acidente... misteriosos acontecimentos passam a ocorrer na cidade deles. Talvez me traga lembranças de uma época bem legal de minha vida – os anos 80.



Depois destas duas diversões, não poderia faltar um filme mais sério. O filme que mais me chamou atenção até agora é A Árvore da Vida, de Terrence Malick, que é um diretor muito preocupado com a parte estética do filme e por isso, ele os trata como ARTE... normalmente as imagens são pura poesia.

A Árvore da Vida – O filme conta a história de um homem, da infância até a fase adulta. Mostra a sua busca por um entendimento do que é a vida e qual seu sentido maior. Em Cannes o filme dividiu a platéia – metade aplaudiu e a outra vaiou... eu gosto do diretor... espero aplaudir. Brad Pitt e Sean Penn estão no filme.


sábado, 13 de novembro de 2010

A Invasão já começou

Os meus melhores e mais assustadores sonhos sobre invasão extraterrestre podem se tornar verdade... pelo menos na sala escura do cinema. Eu tenho notado que desde de 2009, os filmes sobre ETs estão cada vez mais frequente e na sua maioria eles trazem a mesma temática... os ETs não chegam para fazer novos amigos. Contrariando esta linha em que os inimigos são os "estrangeiros", dois filmes recentes me impressionaram e me agradaram bastante.
Distrito 9 - com produção de Peter Jackson de O Senhor dos Anéis, o filme chegou sem muito barulho mas saiu das telas dos cinemas deixando uma ótima impressão àqueles que o assistiram. O Filme conta a história de uma nave que fica parada com defeito sobre Joanesburgo, na África. Os Ets foram obrigados a descer e foram confinados em um lugar cercado e controlado pelo governo. Se não viram... pegue ele na sua locadora hoje mesmo, vale a pena.

 

Contatos Imediatos de 4º Grau - Psiquiatria e abdução em um mesmo filme. Conta a história da investigação de uma série de casos de possíveis abduções que ocorreram no Alaska. Eu aposto que depois de ver este filme você ira ligar seu computador e ir atrás de mais informações.


Na linha dos ETs malvados os filmes são mais recentes. São filmes na linha de Guerra dos Mundos ou Independence Day. Os filmes devem estrear logo por aqui.
Skyline - Conta a história de uma abdução em escala nunca vista. São milhares de pessoas sendo abduzidas e muitas outras tentando fugir e descobrir como acabar com a invasão. O Trailer é bem bacana e os efeitos são da turma do Avatar... acho que não serão ruins.


Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles - Invasão alienígena em escala mundial. Muita destruição e muita luta para manter Los Angeles de pé. Outro trailer muito bom e com efeitos tão bons que já estou com vontade de ver logo por aqui.


Para quem curte seriados de TV, o tema alienígena também está presente em duas produções americanas. Uma produção é um remake de uma série muito legal dos anos 80 - V, que já tem uma segunda temporada prevista. A outra estreou algumas semanas atrás e apesar de ter uma história bem envolvente parece que não está agradando muito aos americanos - The Event.

O Remake da série V dos anos 80

The Event

domingo, 31 de outubro de 2010

Os maiores vilões


Quais seriam os maiores vilões que você viu no cinema? Quem está na faixa dos 40 anos como eu, a lista pode ser bem longa. Eu fiz uma rápida pesquisa em minhas lembranças e consegui fazer uma lista dos 15 melhores... ou piores se você preferir.
A minha classificação foi feita não só pela maldade ou pelas mortes atribuídas a eles, mas também pelo carisma... isso mesmo... pela forma como a personagem domina a cena, fazendo com que as vítimas sejam somente “mais uma vítima”, e ele, o vilão, mesmo que por algum instante, seja a estrela.
Confira a minha lista:
01 - Darth Vader (Star Wars) – A imponência, a voz, o seu poder e sua história.
02 - Coringa (Batman - Dark Knight) – Louco e Fantástico.
03 - Hannibal Lecter (Silêncio dos Inocentes) – Manipulador.
04 - T1000 (Exterminador do Futuro 2) – Não desiste jamais.
05 - Smith (Matrix) – Irônico.
06 - Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo) – Os meus sonhos não foram mais os mesmos.
07 - O Predador (O Predador) – ET caçador de humanos.
08 - Alien (Alien) – Ele estava quieto no planeta dele e fomos lá.
09 - Jason (Sexta-Feira 13) – Este gostava de matar e não gostava de morrer.
10 - Chucky (Brinquedo Assassino) – Brincava de matar.
11 - Alex DeLarge (Laranja Mecânica) – Completamente doido.
12 - Jack Torrence (O Iluminado) – o que dizer deste rosto.
13 - Jigsaw (Jogos Mortais) – Frio e calculista.
14 - Max Cady (Cabo do Medo) – vingança era seu nome.
15 - Anton Chigurh (Onde os Fracos Não Tem Vez) – cara ou coroa?

E para vocês, quem entra e quem sai da lista?


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

NOSSO LAR - Distante do livro



Neste domingo, dia 05, fui assistir ao filme NOSSO LAR, que foi baseado no livro mais conhecido de Chico Xavier, lançado em 1944.
Eu tinha muita expectativa nesta adaptação do livro para o cinema. Motivos não me faltaram, a Federação Espírita do Brasil (FEB) estava envolvida na produção, foi contratado um compositor famoso, o Philip Glass, que já realizou grandes trilhas sonoras para o cinema americano e a produção ainda contou com uma bela equipe de efeitos especiais, também americana, e com uma pós-produção toda canadense.
Só que toda minha expectativa de um belo filme foi perdida já antes da metade da exibição do longa. O filme não consegue chegar perto da obra escrita, fica distante quando analisamos as atuações do elenco, mas fica muito mais sofrível quando percebemos a falta de um roteiro coeso e fiel ao livro. As atuações, como disse, são fracas tornando difícil ao espectador se ligar emocionalmente a algum personagem, e um bom exemplo disso são todos os atores que fizeram as personagens da família de André Luiz; todos estão péssimos e desinteressantes ao público. Os diálogos em muitos momentos eram constrangedores, como na cena em que, do nada, Tobias grita para André: "André, a humanidade precisa de histórias felizes!" e André só balança a cabeça, deixando o espectador coçando a cabeça e se perguntando - eu perdi alguma coisa antes disso? O filme não tem ritmo e não explora todos os personagens principais do livro, dando a todos uma superficialidade irritante em alguns casos. Não aproveitaram histórias que, no livro, são de grande impacto emocional sobre o leitor, e para piorar, inventaram coisas bobas que não existem no livro. O que falar de uma cena em que André Luiz é enganado de forma infantil por Lísias, que o faz beber água para ficar quieto? Isso é postura de alguém com um certo aperfeiçoamento moral e espiritual? Para que mostrar os desencarnados da guerra, se isso não existe no livro? Para que mostrar símbolos de outras religiões no Nosso Lar? Sempre fui cativado pela doutrina Espírita, justamente por esta não querer impor nada a ninguém, e aí, no filme, eles colocam a doutrina como o único e verdadeiro caminho por onde todos irão passar. Na minha opinião, foi o pior erro do filme, uma total falta de respeito a outras crenças e aos ateus.
E o que falar de André Luiz? Em poucos momentos consegui identificar o André do livro no filme. Na tela, o André é muito mais abusado, arrogante e no final do filme pouco havia aprendido de fato, fazendo desta personagem um pequeno sopro do que é o André do livro.
O filme vai agradar muita gente, isso eu sei, muito mais aos que não leram o livro mas aceitam a espiritualidade. O filme carrega a mensagem do amor, da compaixão e de nossas responsabilidades nas nossas passagens por este planeta, onde o que vale é o aprendizado da alma. O sucesso deve ser comparado ao do filme do Chico, sendo o filme do médium mais fiel ao livro e à doutrina do que este que acabei de ver.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Scorsese finalmente ganha





Depois de 4 horas de expectativa...os fãs do cinema viram OS INFILTRADOS de Scorsese receber o OSCAR de melhor filme. Merecido? Não sei...não vi nenhum dos fortes concorrentes. Sem poder fazer uma melhor análise eu diria que pelo menos foi coerente já que também ganhou o de melhor diretor, montagem e roteiro adaptado. Outros premiados estão na minha lista de filmes para se ver logo logo: Pequena Miss Sunshine e O Labirinto do Fauno.
Dos filmes eu tinha visto apenas Happy Feet levou um OSCAR – o de melhor animação...e esse merece mesmo...o desenho do pingüim sapateador contagia.
Da festa posso citar alguns pontos positivos: os discursos não foram demorados; a produção preparou um show de sombras que representavam cenas e logomarcas de filmes candidatos e a apresentação dos figurinos ao vivo...muito legal a idéia. Dos pontos negativos eu posso citar: uma introdução longa e muito chata dos indicados; musicais pobres e sem empolgação e uma tradução simultânea que cortava todo o áudio original da festa...neste caso o erro foi da TNT (tv a cabo).
Agora preciso ver os vencedores...alguns deles acredito que só vou ver em dvd, já que aqui em Goiânia passa XUXA até hoje e BABEL simplesmente fica com sua única fita estragada.
OSCAR para o cine Severiano Ribeiro do Flamboyant.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

The Oscar goes to...


Hoje tem Oscar. Eu, como faço todo ano, estarei na frente da TV vendo tudo...do começo ao fim. Na verdade não será como todo ano...este ano eu não vi nenhum dos grandes candidatos...vou torcer somente na parte técnica...já que por aí tem filmes que eu vi e adorei...como Happy Feet, Carros, United 93 e Superman. Para quem ama cinema fica claro que eu não freqüentei muito as salas este ultimo ano...ahhhh esses dvds estão me tirando do lugar que mais gosto...a sala escura com uma bela projeção.
Apenas como apostador e torcedor eu estou inclinado para o lado de Babel...que por sinal tentei ver ontem, mas não consegui - Fila grande? Perdi o horário da única sessão? Engasguei de tanto tomar coca-cola no Burguer King?...nada disso...no caixa descobri que a fita estava estragada. Sacanagem...era minha ultima chance de ver o filme antes do Oscar...na verdade eu tinha a chance de ir hoje...mas hoje é domingão dia de ficar em casa...ao lado da esposa e dos cachorros e também o dia de escrever este post.
Então até amanhã...onde falarei sobre o que achei da festa mais famosa do cinema – o OSCAR

sábado, 17 de fevereiro de 2007

30 anos de emoções para um menino

Este ano estou comemorando 30 anos de cinema. Em 1977, não lembro nem dia, nem mês exatamente, eu estava sendo fisgado por algo que iria acompanhar minha vida. Era um final de tarde e eu estava saindo do cinema com meus tios e primos, ainda sem entender o que tinha acontecido... mas já inteiramente conquistado. O contato de uma nave extraterrestre com os humanos... um show de luzes, cores e som e um final apoteótico...era isso que um menino de 8 anos estava tentando digerir voltando para casa...como alguém tinha criado aquilo...não podia ser falso...era real...eu acabara de ver CONTATOS IMEDIATOS DE TERCEIRO GRAU.
Depois de Contatos vieram tantos outros..., o primeiro que meu pai me levou – O RETORNO DE JEDI... (e que só fui descobrir que era a parte final de uma trilogia alguns anos depois...rs), filme que chorei muito e ainda choro – ET, filme que me deu um soco no estomago – A LISTA DE SCHINDLER, filme que levei meus pais para assistirem na primeira sessão do dia de estréia – TITANIC, filme com final revelador – O SEXTO SENTIDO (voltei para ver novamente e ver os truques do roteiro), filme que torci para o bandido – O IMPÉRIO CONTRA ATACA (que saudade do bom e velho VADER), filme que torci para o mocinho – INDIANA JONES (TODOS), filme trash – XXXXXXXXX, filme cult BLADE RUNNER, filme que esperei 3 anos para ver – SENHOR DOS ANÉIS O RETORNO DO REI, filme que discuti muito com os amigos – MATRIX, filme que chorei com minha esposa – MAR ADENTRO.
Hoje eu guardo todos eles... , uns tantos pelo amor e outros pelo simples fato de ser cine-maníaco. Tenho uma coleção de uns 100 filmes, que só cresce.
Que venham mais filmes... que venham mais emoções...que a fantasia da sala escura nunca termine.