quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Figurinha premiada - Dana Scully


Nome:
Dana Katherine Scully
Data de nascimento:
23/02/1964
Filha de:
William Scully e Margaret Scully
Irmãos:
William Jr, Charles e Melissa
Amigos:
Fox Mulder, Walter Skinner, John Doggett, Monica Reyes, Langly, Frohike e Byers
Inimigos:
Alex Krycek, Canceroso, Robert Modell, Donnie Pfaster e Eugene Tooms
Mãe de:
William - fruto de um relacionamento com o parceiro Fox Mulder
Formação:
Bacharel em Física pela Universidade de Maryland e em Medicina (Patologia Legal)
Trabalho:
Agente especial do FBI no departamento - Arquivo X

Caracteristicas principais:
A agente especial Dana Scully acredita firmemente na razão e pensa haver uma explicação científica por detrás de cada caso do Arquivo-X. Contra a vontade dos pais, Scully foi da escola de medicina para Quantico, onde deu aulas por dois anos no centro de treinamentos do FBI. De lá foi designada para trabalhar com Fox Mulder nos Arquivos-X. Durante os anos que trabalharam juntos, sua confiança nos instintos de Mulder e seu respeito por sua integridade erodiram seu ceticismo. Ela credita sua fé a um científico e ordenado universo, constantemente desafiado pelos casos que investiga com Mulder. A agente Scully é bastante respeitada e altamente organizada, dotada de grandes conhecimentos nas áreas de medicina legal e patologia. Dana participou ativamente de um certo ativismo político, particularmente em grupos de protestos antinuclear, embora seu envolvimento não tivesse passado da leitura de folhetos e de algumas discussões "acaloradas" com seu pai.

Suas frases marcantes:

"Nada acontece em contradição à natureza, mas apenas em contradição ao que sabemos dela, e esse é um bom lugar para começar. é aí que está a esperança"

"Sejam quais forem os casos mais extremos que encontrei, sempre os olhei através das lentes da ciência"

"A morte, como a própria vida, é um drama com começo, meio e fim"

"Mulder, a única mentira aqui é aquela em que você continua a acreditar"

"Mulder, por que é que essas pessoas estão morrendo? Seria pela verdade ou pelas mentiras?"


Melhor discurso:

"Pela primeira vez eu sinto o tempo como uma batida cardíaca, com os segundos batendo no meu peito como um compasso ritmado: os mágicos mistérios que antes pareciam tão distantes e irreais, ameaçando a clareza na presença de uma verdade  alimentada não na juventude, mas apenas na sua passagem. Eu sinto essas palavras como se o seu significado fosse um peso tirado de cima de mim, sabendo que você vai ler e compartilhar do meu sofrimento, e que jamais confiei em outra pessoa do mesmo modo. Para conhecer o meu coração, olhe para ele, descubra ali a lembrança e a experiência que pertencem a você, que são você. Isso me conforta agora, que sinto as amarras soltas e os prospectos obscuros pelo restante da viagem que começou há não muito tempo, e que começou de novo com a fé abalada e fortalecida por suas convicções. Não fosse por ela, eu jamais me sentiria tão forte agora, que passo a enfrentar você  e olhar para você incompleta, esperando que me perdoe por não poder fazer o restante da viagem com você."

Álbum de Fotos






terça-feira, 4 de outubro de 2011

Recriando o vinil

Sabe aquele disco de vinil que você, seu pai ou seu avô tem em casa e que não serve para mais nada? Agora você pode usar os discos para alguma coisa. Você pode amolecer o vinil com água bem quente e moldar para fazer um vaso para sua mãe. Na escola eu fiz um vaso para minha mãe com o melhor disco do Roberto Carlos... ela disse (muito triste) que adorou. Se tiver uma habilidade artística maior, poderá fazer uma bolsa descolada para você ou para presentear. Agora, se você gosta de bancar o Picasso ou o Van Gogh, utilize eles como tela para suas pinturas. Se você não quiser estragar os discos de vinil, ainda sim terá a opção de brincar com as capas deles (sem estraga-las)... veja que fotos criativas já foram feitas utilizando capas de discos.








Vinil para fazer um vaso para sua mãe

para fazer uma bolsa descolada

ou para servir como tela para pintura

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Brasília é brindada com um Halo

Quem olhou para o céu de Brasília hoje teve uma bela surpresa. Um fenômeno conhecido como Halo pode ser visto no céu da capital federal. Sem ser muito comum, este enorme anel colorido, que é formado pelo reflexo dos raios solares nos cristais de gelos em nuvens finas, chamou muito a atenção dos brasilienses. Eu perdi a oportunidade de ver o fenômeno hoje, mas já tinha visto um desses, em Santos, há muitos anos atrás... confesso que além de belo, também achei um pouco assustador. Ver o sol com um anel gigante em cima da minha cabeça foi um prato cheio para minha fértil imaginação. Claro que, horas depois, apareceu um entendido no assunto e estragou todas minhas teorias malucas. Se eu me assustei há alguns anos, imagina um fenômeno desse há uns mil anos atrás... muitos certamente se mataram vendo um Halo e pensando no fim do mundo.






terça-feira, 27 de setembro de 2011

A anatomia dos brinquedos

Eu sempre fui uma criança até certo ponto normal. Eu raramente quebrava um brinquedo. Quando quebrava, eu tentava arrumar ou então imaginava uma outra função para aquele brinquedo danificado. Eu nunca fui dessas crianças que gostam de saber o que tem dentro dos brinquedos... tem criança que o brinquedo nem saiu da caixa e ele já pergunta: posso ver o que tem dentro dele? O meu lado lúdico sempre foi mais forte que meu lado curioso ou investigativo. Eu nunca abri meu Gênius para saber o que fazia aquelas luzes acenderem; também não abri meus nintendos para tentar achar o Super Mário escondido dentro deles e jamais tentei ver se o meu Falcon tinha coração, osso ou até mesmo cérebro... claro que eu desconfiava que não existia nada atrás daquele corpo de plástico... mas eu não tinha coragem de fazer o pobre Falcon passar por tal sacrifício... eu preferia ver ele caindo do segundo andar com um paraquedas feito com uma daquelas folhas que embrulhavam maças... ele gostava mais.
Jason freeny, um designer americano que atualmente vive em Nova Iorque, certamente não era parecido comigo. Quando criança, ele era muito mais curioso do que lúdico. Hoje, grande parte de seu trabalho como designer é centrado em mostrar um outro lado dos bonecos de personagens clássicos - o interior de seus corpos. Jason cria com detalhes maravilhosos da estrutura óssea e dos orgãos internos dessas pequenas criaturas que habitam nosso imaginário. Eu nunca imaginei que a Hello Kitty um dia foi um feto e que, mesmo sem boca, ela tem dentes... e que são afiados. Também jamais pensei que um dia eu descobriria que o Homem de Marshmallow não é só de marshmallow... ele tem osso! A criatividade do cara chega até mesmo nos balões de festas - sabe aqueles balões fininhos que, depois de torcidos pra lá e pra cá, viram bichinhos? Pra Jason Freeny, até esses podem ter um esqueleto e todos os orgãos. Veja o site do artista e confira o quanto uma mente criativa pode te surpreender


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Fãs brincam com a abertura do Dexter

Faltam apenas seis dias para o início da sexta temporada do glorioso Dexter. Enquanto seriado não recomeça, eu vou matando a saudade deste serial killer achando novidades na internet sobre a série. Neste post estou colocando dois vídeos criados por fãs do seriado. O primeiro é de Ty Mattson. Ele criou uma nova abertura para o seriado, imaginando se o mesmo tivesse sido criado lá na década de 60 - essa é a melhor versão criada a partir da abertura original. O segundo, é um vídeo criado e divulgado no site Galo Frito. O vídeo coloca uma pitada flamenguista no seriado e o resultado não poderia ser mais criativo e engraçado. Será que eles não fizeram uma versão corinthiana? Eu acho que tudo seria exatamente igual... só mudaria mesmo a camisa do time.

Seriado Dexter nos anos 60

A rotina do flamenguista mala

A chuva chegou

Após longos 107 dias, a chuva, mesmo tímida, molhou a terra seca de Brasília. Nós, moradores da capital do país, já entramos no fim de semana comemorando a previsão do início das chuvas. O sábado chegou passou e a seca não foi embora. O domingo chegou e ameaçou terminar sem a visita da tão aguardada chuva. Foram vinte e duas horas de espera até sentir aquele cheiro do solo molhado... uma maravilha. Eu e minha esposa até fomos para a varanda do apartamento para curtir aquela chuvinha rala...a cena tinha algo parecido com duas crianças abrindo seus enormes presentes em baixo da árvore de natal... o longo período de seca faz isso com as pessoas. Hoje o sol ainda não apareceu e pelo jeito nem vai dar o ar da graça. O céu está feio mas estou adorando... acho que devia ficar até mais escuro, mais carregado... afinal o céu azul e brilhante merece uma folga... ou melhor, umas longas férias merecidas.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Um Chiclet'Art

Quem nunca pisou em um chiclete em uma rua ou em uma calçada qualquer? Ver aquela massa esticando e ligando seu pé à chão é irritante demais. Quando acontece comigo eu logo penso na bela educação da pessoa que teve aquele chiclete na boca. Mentira! Eu lembro logo é da mãe daquele ser que teve aquele chiclete na boca. Penso nela com muita nobreza... afinal sou um lord.
A chance de você ficar com um chiclete grudado no seu pé em Londres, na Inglaterra, é muito menor. Ben Wilson, um artista da cidade, resolveu aproveitar os chicletes no chão para usar como suporte para sua arte. Todas as obras dele nascem a partir da escolha de um chiclete que aparece no seu caminho. O chiclete é então derretido por um maçarico, recebe um base branca de esmalte, para só depois ter inicio a pintura. Após a pintura concluída, a tinta é aquecida para secar e logo após recebe um verniz de proteção da obra. Seus desenhos são todos voltados para o cotidiano da região onde pinta. O artista valoriza as pessoas, o comércio, o seja, o dia-dia das pessoas que cercam aquele chiclete... até mesmo um pássaro morto perto de um chiclete já foi homenageado em uma de suas pinturas. Os traços dos desenhos são simples e a obra final é sempre muito viva...com muita cor. Se um dia você estiver em Londres, quem sabe, ao invés de ter grudado em seu pé um chiclete, você tem a sorte de ver uma das muitas obras do artista coladas no chão... só não tente ajudar o artista jogando um chiclete por lá... tal atitude poderá doer no seu bolso.

Ben Wilson em ação






quarta-feira, 21 de setembro de 2011

103 dias sem chuva


Estamos chegando aos 103 dias sem nenhuma gotinha de chuva aqui na capital federal. Para quem mora há muito tempo aqui nem é novidade ficar tanto tempo assim. Eu ainda estou longe de me acostumar - moro aqui há somente 10 meses. Nasci e morei até meus 33 anos em Santos, no litoral de São Paulo, e lá, na base da Serra do Mar, com muita Mata Atlântica, a chuva é uma constante - uma vez eu li que é a segunda cidade que mais chove no Brasil, só perde para Manaus - não sei se é verdade. mas que chove muito , ah! Chove!
Se a chuva ainda não chegou, pelo menos a fumaça das queimadas que começou a cobrir Brasília uns 15 dias atrás já não exite mais. A umidade que estava perto dos 10% subiu um pouco (algo em torno de 30%), o que também já é um ponto positivo - minha bronquite agradece mais quer mais.
Estou aguardando a chegada de outubro - parece que é só no começo deste mês que as chuvas vão cair por aqui... estou com saudade do meu guarda-chuva, de pisar em poças, de molhar a  barra da calça, de ver raios riscando o céu, de curtir um filme com o barulhinho da chuva nas janelas. Que saudades das chuvas!

Terra seca do caminho para o Shopping... aqui perto de casa

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ele está voltando

Ele está voltando...

"Se eu acreditasse em pecado,
Se eu acreditasse em Deus,
Esse seria o lugar de onde eu seria sugado direto para o inferno.
...Se eu acreditasse em inferno."
(DEXTER)

Ele volta no dia 02 de outubro...






















Chamar alguém de corinthiano virou bullying

Se nas vitórias os corinthianos já são motivo de piadas e brincadeiras, imagina em uma segunda-feira após uma derrota bonita para o Santos. As gozações são muitas e correm pela Internet tal como vírus. Uma dessas gozações é um vídeo, de um telejornal da TV Morena em Mato Grosso do Sul, que fala do dia estadual da luta contra o bullying. A reportagem mostra as opiniões de alguns alunos sobre o tema. A última entrevistada cita algumas formas que ela entende como bullying e, de forma clara e calma, coloca entre as mais comuns, a de ser chamado de corinthiano. Isso não é nenhuma novidade... essa é uma das formas de bullying mais utilizada - algumas crianças até acham que é um elogio (os corinthianos), mas a maioria não gosta e as consequências psicológicas podem ser devastadoras... algumas dessas, por trauma, até viram corinthianas, para desgosto dos familiares.

Cuidado ao chamar alguém de corinthiano... isso é bullying

Esse tipo de bullying funciona até contra os animais

Para finalizar o blog eu presto uma singela homenagem a todos os corinthianos que estão sofrendo hoje. É uma homenagem que chega através de um vídeo já bem conhecido na Internet... o do menininho que só grita gol do Santos. Acredito que esse menino deve ter zoado muito com o pai ontem. Goooooooool do Sannnnnntooossss.

Para os corinthianos lembrarem o dia de ontem